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1.22 (Autumn Haze)

Posted by Henrique Erzinger in Blog, Music
09 25th, 2008

The time’s running
The breath’s hold, a wait…
Everything takes the shape of something I’ve dreamt of

Any moment is a part of a wonder, a quest for hope
Any moment is a blast of expectation for being surprised

In a moment of distraction a sunshine blind my eyes
And your face smiles at me..
In my chest the heart is pulsing stronger
Soon I’ll touch and hold your hand…

In the autumn haze
Where we kissed and cherised
Weather were cold but in the arms of each other we were warm

Any moment is a part of a wonder, a quest for hope
Any moment is a blast of expectation for being surprised

Airy, you came loose of me

Now you are going farther away
And I cannot touch your skin..
How I wish you could be into my life forever
How I wish I could just fell your scent
I feel like a rain of tears starts falling
I don’t want to stay ‘lone again..

In the autumn haze
Where we kissed and cherised
Weather were cold but in the arms of each other we were warm

Any moment is a part of a wonder, a quest for hope
Any moment is a blast of expectation for being surprised

I don’t want to go home…

~

1.22 (NEBLINA DE OUTONO) - TRADUÇÃO

O tempo está correndo
O fôlego preso, uma espera…
Tudo toma a forma de algo com que eu sonhei

Cada momento é um pedaço de um sonho, uma busca por esperança
Cada momento é uma explosão de expectativa de ser surpreendido.

Em um momento de distração, um raio de sol cega meus olhos
E seu rosto sorri pra mim…
Em meu peito o coração está pulsando com mais força
Em breve irei tocar e segurar sua mão…

Na neblina do outono
Onde nos beijamos e estimamos
O tempo era frio, mas nos braços um do outro nós nos aquecemos

Cada momento é um pedaço de um sonho, uma busca por esperança
Cada momento é uma explosão de expectativa de ser surpreendido.

Batida pela brisa, você se soltou de mim

Agora você está se afastando mais
E eu não posso tocar sua pele…
Como eu queria que você pudesse estar para sempre em minha vida
Como eu queria poder simplismente sentir seu cheiro
Eu sinto como se uma chuva de lágrimas começasse a cair
Não quero estar sozinho novamente…

Na neblina do outono
Onde nos beijamos e estimamos
O tempo era frio, mas nos braços um do outro nós nos aquecemos

Cada momento é um pedaço de um sonho, uma busca por esperança
Cada momento é uma explosão de expectativa de ser surpreendido.

Eu não quero ir pra casa…



Something that last…

Posted by Henrique Erzinger in Blog
09 8th, 2008

Um bom momento...

Bem, já tava na hora de escrever aqui… Muitas coisas aconteceram. Muitas MESMO. Varias mudanças ocorreram… A mais drástica ontem. Enfim, estou solteiro.

Eu me lembro de quando nos conhecemos. Da garotinha ingênua, que pedia pra mãe ligar avisando de atrasos, que ficava encabulada de pedir pra segurarmos as mãos. Do primeiro beijo, do primeiro "eu te amo", dito num impulso tão forte que não se importou sequer com os riscos de desagrado. Eu lembro de muita coisa, boa e ruim. Só eu sei de todo o esforço que fiz. Das viagens até o Barro Branco, de acordar mais cedo do que pra trabalhar. Das duas viagens diárias ao Anália Franco, pra poder desfrutar de uma hora ou menos de companhia e meia viagem juntos de volta… Lembro da preocupação de não receber noticias. Lembro da privação dos desejos, do apoio e consolo dado em momentos que eram difíceis pra mim também. Lembro do esforço em cumprir promessas com as quais nem sempre eu concordei. E eu lembro de brigas por motivos fúteis e do desespero em tentar acalmar alguém que só quer descontar alguma raiva ou frustração, e mesmo assim tentar ser gentil e carinhoso. Quando eu lembro dessas coisas, eu sinto uma enorme frustração e um sentimento de falha.

Amor é uma doença. De que vale amar, se importar, lutar por alguém, se no fim das contas tudo é soterrado com algumas palavras doces e uns beijos escondidos? Como se pode sentir segurança em um relacionamento, se mesmo que você perdoe tudo e abra mão até mesmo do seu próprio orgulho (muitas vezes só o que nos resta) e não recebe em troca sequer uma palavra tranqüilizadora… Eu precisava de uma resposta. Uma certeza que encerrasse toda essa indecisão aparentemente inexplicável. Precisava de uma confirmação de coisas já ditas. Se foi um erro tão grande terminar comigo, porque tanta dúvida em voltar atrás? Eu só sei que eu não esperava esta resposta.

Desculpa se jogar a aliança te ofendeu, mas a verdade é que eu não podia ficar com ela. A única coisa que me resta agora é te esquecer, e isso não ajudaria. Já é difícil não lembrar de algo em cada detalhe da minha vida… Mas por isso te levei a aliança de volta. Não sei o que você vai fazer com elas, mas eu não estou em condições de fazer nada. Se você ainda quiser falar comigo, tudo bem, só tente não me torturar mais… Eu continuo me importando de qualquer forma, e você sabe bem que eu nunca quis nada disso. Eu só queria estar seguro. Eu estava certo em não estar?

Enfim, queria ter voltado a ouvir um "Eu te amo" sincero e sem culpa, mas as coisas nem sempre acontecem como a gente acha que deveria…



Rancour

Posted by Henrique Erzinger in Arts, Blog, Fisolofy
06 24th, 2008

In a pretty garden lost
In some crushed hill,
A little seed falls down
On the ground, and there still.

It were irrigated, turn by turn,
And sometimes, some shit to season.
It grew up and spreads along,
And slowly begun to crimson.

The time has passed through,
And faster than we could thought,
A strong plant were born.

It grew up wasting walls,
And for each one who try to cross,
It only have to offer a torn.



I’ll See You In My Dreams.

Posted by Henrique Erzinger in Blog, Fisolofy, Music, Projects, work
05 13th, 2008

“I’ll see you in my dreams,
Hold you in my dreams.
Someone took you out of my arms,
Still I feel the thrill of your charms.

Lips that once were mine,
Tender eyes that shine,
They will light my way tonight,
I’ll see you in my dreams.”

Ainda sem nada de mais pra falar. Só escrevendo o que vem a mente…
Agora estamos no meu Server, e você pode pensar “nossa, já é um começo”. Mas a verdade é que pra isso aqui virar algo descente ainda falta muito. Na verdade, falta MUITO. Não tenho a menor noção de quando vou conseguir mexer com isso, embora vá finalmente ter Internet em casa… Tenho usado bastante o Joomla no trabalho, e provavelmente usarei esta ferramenta para o portal, que ficará pronto no dia em que o cristo redentor cruzar os braços e ameaçar com intervenção. É bem provável que o mesmo se aplique ao meu portifólio, ao fansite do Moonspell e ao site da Éris.

Mudando de assunto (enquanto a oposição grita “Projetos faraônicos! Projetos faraônicos!!!”), tenho andado distraído, impaciente e indeciso. E ainda estou confuso, só que agora é diferente. Não que eu esteja tranqüilo ou contente, mas tenho estado melancólico além da conta. E esse é um nível de consciência difícil de definir como “bom” ou “mal”. Melancolia é… Bem, ela é melancólica. Eu queria trazer pra cá os mais de quatro anos do PostMorten, mas o weblogger não presta nem pra isso. Acabou tornando-se ironia o nome do meu finado blog…

Os ânimos têm estado instáveis como uma solução de ácido nítrico e glicerina, mas pretendo fabricar trinitrocelulose, assim que conseguir um algodão e um pouco de H2SO4. Com oxigênio, ele se inflama, mas no vácuo explode fodonicamente (neologismo que expressa intensidade equivalente à “foda pra cacete”).

Babe, you take my breath away…

Deixando de lado a aula (um tanto quanto inortodoxa) de química… Agora eu deveria mudar a direção do texto para um assunto importante/ interessante/ atrativo. Eu realmente não gostaria de condenar este a ser mais um post completamente inútil. Entretando, “c’est la vie”…

Quero (re-)ler o Fausto, para tentar acreditar novamente que pelo poder da verdade, eu, enquanto vivi, conquistei o universo.

Vi Veri Veniversum Vivus Vici.
Um dia ainda há de estar no título do post…



Ours Is A Stormy Kind Of Love.

Posted by Henrique Erzinger in Blog
04 30th, 2008

Decidi escrever logo algo aqui. Desisti da idéia de esperar o layout estar pronto e hospedado. Isso aqui está incompleto, ruim e no lugar errado, pq o certo me trancou pra fora, e quem tem a chave não atende aos gritos. Então, escrevo aqui mesmo.

Na verdade, não foi bem assim…Senti necessidade de escrever, e já que estou fazendo isso, que seja dada alguma utilidade. Infelizmente não sou daqueles que escreve e esconde o texto depois. No passado isso já me trouxe alguns desgostos, mas aprender com os erros é algo que eu sempre tive dificuldade em fazer…

Eu ia começar dizendo algo como “as pessoas mais próximas a mim devem ter percebido…”, mas me ocorreu que não existem mais pessoas tão próximas à mim, salvo minha namorada. Na época em que começamos a namorar (e note que uso esse exemplo como medida cronológica, não causa) eu vivia rodeado. Era difícil conciliar e conseguir dar atenção a todo mundo, e isso a não faz tanto tempo. Nos últimos dias me peguei olhando pra tela vazia, esperando. Vi-me praticamente sozinho em minha lista de contatos do MSN, do gtalk, de tudo. Escrevo frases soltas e desconexas no twitter, para o vazio.

Tenho me tornado a cada dia mais amargo, ranzinza e principalmente ciumento. Não me lembro de jamais ter sido ou imaginado ser possessivo, mas eu agora o sou. Vislumbro o momento em que essas coisas me farão perder até mesmo a Aline, a única pessoa próxima que me resta.

Nosso amor é de um tipo tempestuoso. Por vezes, quando vem o vento forte e a água castiga o solo, sinto saudades da intermitente garoa fina…

Que mais tenho a dizer? Sai de um fórum, fui chutado de uma banda, quebrei alguns objetos de escritório, chorei no chão em uma estação de metrô… Não digo que não houveram momentos bons, mas ao fim e ao cabo, não tem sido um mês dos melhores…